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Coocafé e Sebrae Educampo realizam Seminário Manejo dos Cafezais, em Lajinha/MG


Na tarde do dia 08 de outubro (quarta-feira), a Coocafé e o Sebrae reuniram, no Espaço Credicaf (Lajinha/MG), cerca de 300 cooperados para um evento especial. Os principais objetivos foram capacitar os cooperados e colaboradores do Programa Educampo e divulgar o programa na Coocafé.

O evento teve início quando o superintendente comercial de insumos, Waldir Francese Filho, deu as boas vindas a todos e falou sobre a importância de reuniões como estas, onde muito se aprende. Waldir falou um pouco sobre a programação do dia e em seguida convidou o conselheiro consultivo João Dias de Lima a fazer uma oração. Convidou ainda à frente o diretor de produção e comercialização da Coocafé, Pedro Antônio da Silva Araújo, para fazer uso da palavra. O diretor agradeceu a presença de todos e reforçou ainda sobre as qualidades da palestra do Engenheiro Agrônomo, José Braz Matiello. Em seguida, Pedro apresentou a analista do Sebrae/MG, Ereni Dolores Emerick Constantino, que também destacou a importância destes eventos. Ela falou também sobre o Conselho das Entidades do Café das Matas de Minas e apresentou o vídeo da instituição.

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Realizadas as apresentações iniciais, o superintendente Waldir Francese Filho convidou então o pesquisador e Engenheiro Agrônomo, José Braz Matiello, que de forma dinâmica realizou uma palestra sobre “Poda e Renovação dos Cafezais”. Após a apresentação, foi aberto aos cooperados um momento para perguntas. A interação e curiosidade dos cooperados chamou a atenção do palestrante, que respondeu pontualmente a todas as dúvidas.

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Ao final do evento, era visível a satisfação dos participantes. Os cooperados Antônio José Gonçalves, de Mutum/MG e José Pedro Dias, de Brejetuba/ES, fizeram questão de destacar o quanto o evento foi positivo. Eles relataram que além dos aprendizados conquistados ao longo da vida, na prática, reuniões como estas são de grande valia para eles.

A analista do Sebrae/MG, Ereni Constantino, também destacou o quanto a tarde foi proveitosa, de muito aprendizado. “O evento foi muito bem organizado. A equipe, muito envolvida, faz com que exista sempre a vontade de fazermos mais eventos assim, onde falamos sobre a produção e o mercado. Assim o produtor valoriza, inclusive eles estão de parabéns pela interação. E a equipe Coocafé também está de parabéns pela credibilidade que passa.”

E para finalizar a tarde, os cooperados e demais participantes se confraternizaram com um café da tarde.

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Tarde de aprendizado, homenagens e emoção

Durante o Seminário realizado na tarde do dia 08/10, a Coocafé prestou ainda uma bela homenagem ao pesquisador José Braz Matiello. O técnico agrícola e supervisor da Unidade Comercial de Iúna, Sebastião Lourenço, foi incumbido de representar toda a equipe de campo da Coocafé e entregar ao pesquisador uma homenagem e um brinde especial, ressaltando os excelentes serviços prestados por Matiello em prol da cafeicultura de montanhas. O homenageado destacou sua emoção ao ser reconhecido e ao receber umas singelas recordações da Família Coocafé. Ao final dos trabalhos, Matiello nos concedeu ainda uma breve entrevista:

Perguntado sobre o que achou do evento, Matiello respondeu:

Muito bem organizado, muitos produtores, povo interessado e isso anima, motiva, a gente vem de longe, tem sacrifício na viagem, mas quando a gente vê que o pessoal tem interesse a gente anima, a gente tenta transmitir as coisas mais práticas, o pessoal tem um nível bom, melhorou muito Lajinha, a cooperativa eu acredito que esteja na direção certa, essa orientação pessoal tá recebendo aqui e a gente gostou muito porque viu que é útil o pessoal tem interesse em aprender.”

Quais o desafios para a cafeicultura nas regiões de montanhas?

A parte de mão de obra, mas uma solução é tentar viabilizar uma cafeicultura que usa um pouco menos para tornar mais competitiva com a região plana, um espaçamento mais densado, usar safra zero para colher menos lavoura mais produtiva, e terracear também seria uma alternativa boa em função de que isso vai viabilizar a mecanização com os pequenos tratores, pequenas máquinas e vai reduzir um pouco o custo da produção”

O que esperar para o futuro da cafeicultura?

Em um curto prazo temos um período bom pela frente em função que teve uma queda de produção, mas a gente não pode esperar fortuna, tudo tem um limite, o consumo pode subir muito o preço mas tem um período em que vai ser econômico cultivar café principalmente nessa região e também não está tendo alternativa o café protege o solo, a cultura perene é como se fosse cultura de um pomar isso é apropriado para a região de montanhas pela boa qualidade, então tem futuro, melhorando essa parte de mão de obra para facilitar a colheita. A grande dificuldade é que está diminuindo o pessoal da zona rural.”

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